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Gostava de comprar uma máquina de escrever (que funcione, será mesmo para ser utilizada) e queria perguntar se alguém tem dicas para comprar uma ou sabe de sítios (online) confiáveis em que possa comprar.


Sou de uma cidade pequena do interior, como alguns devem saber, e não acredito que tenha sorte a encontrar uma por aqui. Mas também não queria comprar nos OLX da vida, por ser um mercado que desconheço.


Se alguém puder ajudar com alguma dica que seja, agradecia.


P.S: É possível que apague esta publicação mais tarde, que não acrescenta muito conteúdo... Mas realmente sinto-me muito perdida nesta questão e queria saber se alguém consegue dar uma luz 💛

Confesso que tenho sentido uma transformação repentina e inesperada no modo como encaro este blog e também no modo como tenho encarado a escrita. Nos últimos tempos, não me tem feito sentido escrever sobre aquilo que consumo, como costumava fazer.

Mas, em vez de me forçar a olhar para estas fases como momentos decisivos, prefiro encará-las apenas como isso mesmo: fases. O que quer que seja que saia delas, espero que por cá continuem, mesmo que o blog acabe por ficar uma confusão de temas e transpareça a óbvia crise de identidade pela qual está a passar.

Dito isto, venho falar-vos muito brevemente de filmes que vi nos últimos tempos — porque, de momento, é assim que me faz sentido falar deles.


Turning Red

É uma história verdadeiramente juvenil, mas daquelas que são capazes de agradar também aos adultos. E que bom filme que foi. Não esperava nada este enredo, mas diverti-me imenso. 4/5 ⭐

Send Help

O filme que me fez ficar "é assim que o Dylan O'Brien está agora...? 🥵" Fora de brincadeiras — até porque deu uma dualidade bonita com o quanto odiamos a personagem misógina e tipicamente "manchild" que ele interpreta —, este é um bom filme de terror. Não é dos que assustam, mas é dos que perturbam. 4/5 ⭐

The Hunger Games: Catching Fire

Depois de reler o livro, revi o filme. E, tal como no livro, já se nota uma energia mais adulta e mais perigosa. Como sempre, gostei muito. 4.5/5 ⭐

Zootopia 2

Talvez seja mais culpa da minha péssima capacidade de memória do que do filme, mas já não me consigo lembrar bem sobre o que isto é, e se calhar isso não é propriamente bom sinal. De qualquer forma, sei que gostei, portanto, fica a nota que lhe dei logo no Letterboxd. 4/5 ⭐

Three Billboards Outside Ebbing, Missouri

Gostei muito deste filme, mas um longo comentário no Letterboxd fez-me repensar a escrita e acabei por tirar 0.25 à minha avaliação — não é assim tanto. É um filme bastante poderoso e, inesperadamente, sinto que não toca tanto no luto, mas no que o ódio e a raiva faz às pessoas. É bastante bom. 3.75/5 ⭐

The Prestige

Revi esta obra-prima que será, para sempre, um dos melhores filmes do Christopher Nolan. Pelos vistos, até tinha dado apenas 4 estrelas, mas é um claro 5/5 ⭐

Obsession

Fui ver ao cinema, é incrivelmente perturbador e eu não quero voltar a ver este filme nunca mais. Portanto, é óbvio que adorei. 5/5 ⭐

The Mandalorian and Grogu

Genuinamente, não consigo entender o ódio que se tem gerado em relação a este filme. É uma obra-prima? Não. Precisa de ser? Também não. Não consigo compreender nenhuma das críticas mais comuns: "não tem história, não acontece nada", como não? "Não há desenvolvimento de personagens nenhum", querem ver que o meu filme tinha toda uma sequência do Grogu a ajudar o Mandalorian com competências que não tínhamos visto antes e o vosso filme não tinha? Sim, é um filme com pouca substância narrativa, mas isso não o torna num mau filme.

É uma experiência bastante divertida; se calhar, temos de começar a normalizar filmes que sejam bons como meras peças de entretenimento. Está tudo bem. Não tem de ser tudo feito para tentar ganhar os Oscars. E não ser o melhor filme de sempre não torna um filme automaticamente mau. Tem-me irritado todo o ódio que tenho visto a este filme... Tanta coisa pior que isto que já vi (alguns que até ganharam de facto Oscars)... Não me interpretem mal, as pessoas têm direito à sua opinião. Mas acho desnecessário "cascar" tanto neste filme. 4/5 ⭐

Comecei a tentar contrariar ao máximo a tendência que tenho para achar que devo ter nascido naturalmente com azar, que alguém me deve ter rogado uma praga logo à nascença. Tento sempre lembrar-me de que existem pessoas que estão bem pior que eu. Mas isso não invalida que já passei por certas coisas na vida que não eram supostas e que, nesse aspecto, também existe quem esteja melhor que eu.

Bom, não interessa. Já dizia o outro que o mundo é bué cenas e a vida pessoal sucede-o: tanto boas como más. É o que é.

Pois que, então, já há tanto tempo que não sentia um azar daqueles na minha vida, que o próximo tinha de chegar com alarido (e tanto alarido que faz): neste prédio com dezenas de casas e mais pessoas ainda, em que já interagimos com algumas bastante simpáticas e prestáveis, tivemos o azar de viver por cima das únicas que são o completo oposto.

Já seria chato o suficiente serem o tipo de pessoa que se queixa de qualquer barulho normal do dia-a-dia, ou que não compreende que, mesmo quando existe um barulho mais intenso, é porque tem de acontecer (ocorre-me quando há umas semanas estávamos a tentar arranjar a cadeira do meu namorado, a uma sexta-feira à tarde, já agora).

A pior parte, no entanto, é serem pessoas completamente mal-educadas, que berram de forma agressiva, violenta, e nos chamam nomes do conforto do seu lar. Se calhar, não é aceitável dizer isto em 2026, mas eu abro uma excepção para este casal de quarentões que não tem mais que fazer: são completamente malucos da cabeça.

Já tentámos de tudo: apelar à razão de forma respeitosa (não resultou), ignorar (não resultou), responder de volta (na verdade, foi só porque me enervei por ter de ouvir berros violentos só porque o meu namorado deixou cair o telemóvel...). Estou tão cansada destas pessoas, mas fico mais cansada ainda de mim mesma; pela forma como a minha ansiedade não me permite simplesmente ignorar, não me permite fazer de conta que não se passa nada e está tudo bem. E, se for preciso, um berro estraga-me o dia inteiro — mas também ninguém gosta de ser perturbado dessa forma naquele que é suposto ser um sítio seguro.

O meu próximo, único e último plano é registar por escrito todas as vezes em que assim se comportam e gravar também com câmaras que vou, infelizmente e forçosamente, comprar para captar tudo aqui em casa. Uma amiga de uma amiga é polícia e disse que a agressividade é, por si só, suficiente para fazer queixa, mas que convém ter tudo gravado. Portanto, assim faremos.

E não se preocupem, sei perfeitamente que, neste país, uma queixa provavelmente não dará em nada. Mas quero que as pessoas comecem a perceber que existem consequências para o comportamento desajustado que expressam.

Onde quero chegar com esta publicação? A lado nenhum, apenas desabafar sobre algo que me tem afectado profundamente, ainda que não o deseje. Sou-vos sincera: escrever sobre filmes, séries e livros tem deixado de me fazer algum sentido.

Por outro lado, acho que ajuda sempre deitar cá para fora aquilo que nos apoquenta e, portanto, enquanto fizer sentido, permitam-me que assim o faça. Pode não ser um texto bonito, porque o assunto também não o é, mas é um suspiro de alívio — um que não resolve o problema, mas cria alguma tranquilidade.
Recebi um comentário no meu blog do Sapo a falar de uma nova plataforma. Presumo que tenha sido criada recentemente, mas algumas das pessoas já parecem estar a mudar-se para lá.

A plataforma em questão: https://blix.pt/

Parece-me ser mais parecida com os blogs do Sapo e tenho andado a pensar nesta opção. Já alguém experimentou? Experiências e relatos?


Ocorrendo após os eventos de 28 Years Later, The Bone Temple mostra-nos sobretudo duas narrativas: o culto de Jimmy, com quem Spike deu de caras no final de 28 Years Later; e a forma como Dr. Kelson aprende mais sobre o vírus, incluindo a sua cura.

Visualmente, é um filme lindíssimo, e gostei muito da banda sonora também. Acho que a segunda parte do filme é infinitamente melhor, mas a primeira parte — fortemente focada no culto — não me conseguiu prender de todo. Aliás, chegou a fazer-me sentir genuinamente aborrecida.

E a verdade é que não sei bem o que falhou, simplesmente não estava a captar a minha atenção.

Tirando isso, como referi, gostei bem mais da segunda parte do filme e, por isso, acabou por se tornar uma experiência igualmente prazerosa. Gostei muito também de toda a narrativa do Dr. Kelson e do Samson — acho que foi mesmo a do culto que fracassou para mim, antes de chegar ao final.

Para vos explicar este, vou ter mesmo de recorrer à sinopse porque acho que não conseguiria fazer melhor, e muito menos sem dar spoilers. Portanto, cá vai:


O inspetor Lobo quer descobrir quem matou Laura. Afonso quer que o deixem escrever o que ele gosta. Gabriela quer que o inspetor Lobo faça o seu trabalho e quer que Afonso escreva o que lhe pedem. Mas Laura continua morta, os pais dela pressionam as forças policiais, e é preciso apanhar o culpado. Ou será mais que um? que forças estranhas os rodeiam sem que deem por nada? Quando Afonso perde a namorada, Júlia, num horrível acidente, vê no luto a oportunidade que precisa para parar de escrever, sem ninguém contestar.

Se o leitor acha que já percebeu este livro, podemos afirmar, com toda a certeza, que não. Porque quando pensa que descobriu o que se passou, Mafalda Santos abre outra cortina com outra realidade, desafiando-nos. Mas quando o fim, finalmente, chegar, pode ter a certeza de que não passará despercebido.


Este será possivelmente o enredo mais complexo que já li num livro até hoje. Está realmente repleto de reviravoltas e Mafalda Santos dá-nos as voltas de uma forma incrível. Essas reviravoltas estão, na minha opinião, muito bem executadas...

...Isto é, até chegarmos ao fim. Estava a adorar este livro, mas infelizmente o final desiludiu-me por completo. Achei-o extremamente confuso — e nem sequer de forma positiva. Do nada, introduz uma personagem completamente nova para tentar explicar algo, o que por si só é um mecanismo de que não costumo gostar para rematar finais. Aquilo que esta personagem tem e que foi usado para explicar todo o enredo agradou-me ainda menos.

Adoro finais complexos, confusos, que não são lineares; mas adoro que sejam dadas pistas ao leitor para que ele possa interpretar e compreender as coisas à sua maneira, criar as suas teorias. Não sinto que foi isso que aconteceu aqui. Só consigo descrever o final como atirar barro à parede e ver se colava.

E, ao contrário do que tenho visto, não consigo achar o fim genial, acho um pouco preguiçoso. Tenho muita pena, porque este livro agarrou-me bastante, estava a adorar esta leitura. Mas tudo caiu por terra com este final...

P.S.: Com esta desilusão toda, quase me esquecia de falar daquilo que é mais importante nesta história e de como este livro serviu de excelente metáfora para todo o processo de escrita. Essa parte esteve bastante bem.


Continuando a minha saga de reler os primeiros três livros da série The Hunger Games, terminei o segundo: Em Chamas, ou Catching Fire, em inglês.

Vou ser muito breve, até porque li este livro em meio às mudanças e a outras questões pessoais e, por isso, sei que não lhe dei a atenção que realmente merecia. Não consegui concentrar-me tanto quanto gostaria.

Ainda assim, continuo a gostar muito desta série, no geral, e deste livro, em particular. Nota-se que a história começa a amadurecer.

Já não me recordava (de todo) que eles voltariam à arena, e existe agora uma sensação de perigo iminente, sempre à espreita — em muito personificada pelo presidente Snow. Mas, em igual medida, existe cada vez mais um sentimento de revolta.

E que mágico foi ler sobre a revolução de um povo na altura em que celebramos a nossa própria revolução, a que nos trouxe liberdade — e mais ainda, numa altura em que parecem existir cada vez mais pessoas a tentar retirá-la.

Também gostei da referência a personagens que sei, agora, que fazem parte do mais recente livro e do filme, que sairá no final do ano.
Desde que nos mudámos, passei a almoçar sozinha e procurei companhia em programas de comédia com episódios curtos. Foi assim que decidi começar por estes dois.

Jury Duty: Company Retreat

A primeira temporada, intitulada apenas Jury Duty, não está disponível em nenhuma plataforma de streaming e, por isso, não a vi (embora tenha muita curiosidade). Comecei então pela segunda e mais recente: Company Retreat.

Neste programa, há uma pessoa, um comum mortal, que é trazida para um contexto inusitado, criado por uma série de actores e produtores, sem saber. No fundo, é uma espécie de apanhados, mas bem mais complexo e trabalhado.

Nesta segunda temporada, o feliz contemplado é Anthony, que acaba de arranjar um emprego como assistente temporário num retiro de uma empresa. Esse é o último retiro do actual CEO da empresa, que está prestes a passar a pasta ao seu filho. No entanto, muita coisa má acontece e Anthony acaba por ter de lidar com todas essas questões no seu trabalho — percebendo-se que ele apenas quer o melhor para aquela empresa, vendo o quanto eles são família uns para os outros.

Tive alguma dificuldade em gostar do primeiro episódio, talvez por não estar nada habituada a este registo ou este tipo de programas. Pareceu-me tudo muito forçado e só conseguia pensar como é que o Anthony não achava certos acontecimentos estranhos, de tão obviamente televisivos que pareciam.

Sinceramente, consegui esquecer essa parte rapidamente. Foquei-me na parte de entretenimento do programa e rapidamente fiquei conquistada — não só porque o Anthony, como pessoa, foi uma escolha incrível para o programa, mas também pelo trabalho espectacular dos actores em várias cenas.

No final, quando a verdade é revelada ao participante, mostram vários behind the scenes e todo o trabalho que foi feito por toda a equipa até chegar aos dias de gravação — e esse trabalho é mesmo de louvar. Fiquei muito impressionada com todo esse esforço que a temporada exigiu antes mesmo de chegar às imagens que vimos.

Gostei muito e talvez vá ter de encontrar o DVD da primeira temporada no chão. Fiquei muito curiosa.

Last One Laughing (UK)

Terminada a temporada de Jury Duty, precisei de escolher uma nova companhia de almoço e este programa acabou por ser o contemplado. Um grupo de comediantes e humoristas passam umas horas fechados numa casa e nenhum deles se pode rir durante esse tempo. Ganha a última pessoa que restar na casa depois dos outros irem perdendo, um a um.

Como sabemos, os britânicos têm um sentido de humor muito particular e, por isso, não posso dizer que tenha achado todo o programa engraçado, no geral. Ainda assim, teve vários momentos que de facto achei engraçados e deu para conhecer alguns nomes que não conhecia ou dar caras a outros de quem já tinha ouvido falar.

Só vi a primeira temporada mas, uma vez mais, como peça de entretenimento (e para um mero almoço) está óptimo. Resta passar à segunda temporada, que é também a mais recente.

Porque nem só de cultura vive o Homem, hoje venho aqui contar-vos a minha mais recente peripécia (hoje mesmo, na verdade). Um momento embaraçosamente engraçado, ou engraçadamente embaraçoso — ainda estou para decidir. É possível que me arrependa de vir contar isto ao mundo, mas achei piada à estupidez do momento (que não consigo sequer descrever de outra forma).


Vão começar a fazer obras no nosso prédio — o edifício em si, no exterior — e têm andado a montar os andaimes. Nós vivemos no último andar e não temos cortinas. Como já sabia que andavam a montá-los numa das pontas do prédio — a que coincide com a nossa cozinha —, baixei a persiana para ter alguma privacidade, porque trabalho de casa e, portanto, é lá que almoço.


Contudo, não me apercebi de que não estavam a montar os andaimes apenas nessa ponta, mas em toda a extensão (não me apercebi porque da última vez que vi, os andaimes não estavam em toda a extensão). Ora, estava eu tranquilamente no escritório, onde temos a varanda, e reparo que da ponta da varanda — onde fica a nossa sala — já se vê um andaime. Mais uma vez, da última vez que vi os andaimes, não os vi do lado do escritório, portanto esperava que chegassem apenas até ali.


Mal tive tempo de mandar fotografia a comentar o facto ao meu namorado, quando vejo a cabeça de um homem surgir das trevas do chão da varanda. Pois é, afinal já tinham andaimes em toda a extensão deste lado do prédio e eu fui apanhada de surpresa por um coitado a fazer o seu trabalho, que provavelmente não me esperava ver aqui (o sentimento era mútuo).


De maneiras que tive de baixar a persiana do escritório, em frente ao próprio do trabalhador, para ter alguma privacidade, obviamente. Nunca me senti tão constrangida; é que baixar antes de eles estarem ali é uma coisa — mas baixar porque apareceu um homem que ali permanece a fazer o seu trabalho é outra.


Olhem, passei uma meia hora a rir com a situação e a lacrimejar de vergonha ao mesmo tempo. É que foi tão estúpido que só apetece rir e desaparecer num buraco ao mesmo tempo.


Tenho andado um pouco desaparecida por aqui por motivos de: mudámos (agora efectiva e definitivamente) de casa (mudança que estava a acontecer antes, mas que entretanto teve de ser adiada por motivos pessoais). Entre arrumar e organizar tudo e fazer algo no tempo livre, vou escolher jogar e ler (desculpem). Bom, mas vamos lá falar de um filme, que é para isso que cá estamos!

O que acontece quando o nosso noivo ou noiva revela a pior coisa que fez na vida e passamos a sentir que não conhecemos a pessoa que temos ao nosso lado assim tão bem? The Drama responde a essa pergunta.

É uma comédia negra e, assim logo de caras, há duas coisas a destacar fortemente, para mim (além dos dois actores principais, claro): a edição (!!!) e o guião. O filme está mesmo muito bem editado e escrito.

É um excelente filme para nos deixar a reflectir sobre o assunto em questão e se conseguiríamos aceitar o passado da pessoa — ou até mesmo acreditar na sua mudança —, por muito mau que tenha sido, ou não. E por mais que aponte para um acontecimento terrível, gostei da forma como o filme dá os dois lados da moeda, ainda que não para justificar o que quer que seja. É de facto um excelente questionamento moral para quem está a ver.

Também gostei de como uma das personagens não sabe exactamente responder à pergunta, apenas para passar o resto do filme na sua vez de responder à pergunta.

Toda a gente está a dizer que se divertiu imenso com este filme e, por acaso, tenho visto também muitas pessoas falarem do facto de haver sempre alguém na sala de cinema a reagir em voz alta às cenas — coisa que também aconteceu connosco, embora tenha de ser sincera e dizer que por mim calava só aquelas duas pessoas. Mas quem sou eu?

Enfim, quem aqui já viu?

P.S: É provável que vá continuar meio desaparecida por aqui, quanto mais não seja porque não tenho tido muito tempo e, por isso, tenho visto e lido muito pouco ultimamente.

Escolhi também não falar de tudo o que consumo, como fazia antes, simplesmente porque não me quero sentir obrigada a ter algo a dizer sobre tudo, mas posso dizer-vos que nos últimos tempos vi o mais recente documentário do Louis Theroux: Inside the Manosphere; The Super Mario Galaxy Movie; e revi The Royal Tenenbaums para continuar a minha pseudo-maratona de Wes Anderson.
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