Continuando a minha saga de reler os primeiros três livros da série The Hunger Games, terminei o segundo: Em Chamas, ou Catching Fire, em inglês.
Vou ser muito breve, até porque li este livro em meio às mudanças e a outras questões pessoais e, por isso, sei que não lhe dei a atenção que realmente merecia. Não consegui concentrar-me tanto quanto gostaria.
Ainda assim, continuo a gostar muito desta série, no geral, e deste livro, em particular. Nota-se que a história começa a amadurecer.
Já não me recordava (de todo) que eles voltariam à arena, e existe agora uma sensação de perigo iminente, sempre à espreita — em muito personificada pelo presidente Snow. Mas, em igual medida, existe cada vez mais um sentimento de revolta.
E que mágico foi ler sobre a revolução de um povo na altura em que celebramos a nossa própria revolução, a que nos trouxe liberdade — e mais ainda, numa altura em que parecem existir cada vez mais pessoas a tentar retirá-la.
Também gostei da referência a personagens que sei, agora, que fazem parte do mais recente livro e do filme, que sairá no final do ano.

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